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[FINAL] Série Dados, Privacidade, Negócios e a Nova LGPD – 10 Passos para implementar a nova lei em sua empresa (e umas dicas a mais...)

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Nos artigos anteriores falamos um pouco sobre a desproteção e o gigantismo das relações digitais hoje em dia e o grande desafio da nova regulação brasileira para disciplinar essas relações e direitos ( AQUI ), sobre a amplitude da LGPD e seus princípios de aplicação ( AQUI ), sobre os aspectos práticos dos dados pessoais, sensíveis e possibilidades do seu tratamento ( AQUI ) e também sobre o ciclo de vida dos dados nas empresas e o   Data Protection Officer   ( AQUI ) Agora vamos fechar a série com uma visão geral e estratégica do contexto amplo e trazer 10 “grandes” passo para se implementar a LGPD nas empresas, ainda com um conjunto de ações mais operacionais elencados por uma pesquisa da Deloitte. Obrigado a todos que leram esse e outros 4 artigos, enviaram seus comentários e feedbacks! Adaptar-se à LGPD é muito mais do que cumprir burocracias. Um ser humano médio toma mais de 4000 decisões por dia, de todos os tipos, e 85% são emocionais, vinculadas a vári...

Série Dados, Privacidade, Negócios e a Nova LGPD – O ciclo de vida dos dados na sua empresa e o Data Protection Officer

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Nos artigos anteriores falamos um pouco sobre a desproteção e o gigantismo das relações digitais hoje em dia e o grande desafio da nova regulação brasileira para disciplinar essas relações e direitos ( AQUI ), sobre a amplitude da LGPD e seus princípios de aplicação ( AQUI ) e também sobre os aspectos práticos dos dados pessoais, sensíveis e possibilidades do seu tratamento ( AQUI ) Agora vamos ver um pouco do ciclo de vida dos dados nas empresas e também conhecer a nova figura do DPO/ Data Protection Officer  e como suas funções podem ser desenvolvidas. Mapeando o ciclo de vida dos dados na sua empresa Toda pessoa natural (profissionais liberais como psicólogos, médicos advogados, etc) ou jurídica de direito público ou privado que lida com dados individuais tem que fazer o mapeamento desse ciclo de vida em todas as suas áreas (relacionamento com clientes, recursos humanos e parceiros), até agosto de 2020,  on line  e  off line . Esse ciclo passa, como já di...

Um carro de Fórmula 1 gera mais dados em um final de semana que a maioria das empresas durante sua vida inteira.

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[BIG DATA] Pensemos um pouco no Big Data. A discussão e a abordagem sobre esse tema são, muitas vezes, banalizadas e muito confusas pelo uso de conceitos leigos, principalmente acerca do "big". Cadastros e planilhas excel, dessas que carregamos em pen drives, por maiores que possam parecer aos olhos leigos, não passam nem perto disso. Muito menos pesquisas quanti e quali feitas com clientes. Para começarmos a falar de big data temos que pensar em quatro características básicas que são volume (volume de verdade, incapaz de ser processado por um simples software de prateleira), velocidade (de obtenção, acumulação, sobreposição), variedade e veracidade. Esses são os famosos 4 "V" do *big data* (e há quem diga que são 5 e até 7). Vocês sabiam que, em um fim de semana de treinos e corrida, UM carro de Fórmula 1, com mais de 300 sensores, fornece 7 bilhões de informações, que ocupam 500 gigabytes? E isso subsidia a tomada de decisão do piloto, de seus engenheiros...

Balanço estatístico sobre as micro e pequenas empresas brasileiras

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Para conhecer na íntegra a o Boletim Estudos & Pesquisas nº 7 da Unidade de Gestão Estratégica do Sebrae Nacional clique AQUI . 

As micro e pequenas empresas respondem por 70% dos empregos gerados em agosto

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As micro e pequenas empresas responderam por 70,4% dos empregos no mês de agosto de 2011 (contra 78% de julho), mantendo a forte contribuição observada no primeiro semestre do ano, quando participaram com 70,7% do todos os novos postos de trabalho com carteira assinada. Análise mensal da CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho), feita pela Unidade de Gestão Estratégica do Sebrae Nacional, que publicamos mensalmente aqui. A análise mostra que "Dentre as MPE, a maior parte desse desempenho (62,9%) foi fruto das contratações nos empreendimentos que empregam até 4 trabalhadores, seguido pelas que empregam de 20 a 99 trabalhadores, que responderam por 6,4% do saldo total dos empregos do mês. Nos estabelecimentos que empregam entre 5 e 19 trabalhadores responderam por um incremento na ordem de 1,1% do saldo total." Gostou do blog? A informação foi útil? Nos dê seu voto no Top Blog. É só clicar   AQUI  ou no banner ao lado . ...

Onde as empresas erram nas mídias sociais?

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Fonte: A pesquisa foi realizada em julho de 2010 e teve como respondentes os assinantes da revista e newsletter da Harvard Business magazine. Foi complementada com 12 entrevistas em profundidade.Acesse " More Than Talk: The Search for Impact and Analytics of Social Media Use"   para conhecer ainda indicadores como a percepção x a profundidade de informação e os benefícios que aparentam ser ainda maiores nas redes sociais. Da HSM.com.br

Melhora qualidade do trabalho nas micro e pequenas empresas

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É o que mostra estudo comparativo feito pelo Sebrae entre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), entre 2001 e 2008 Dilma Tavares Brasília - Aumentou o grau de escolaridade, o tempo de permanência no emprego e o rendimento médio mensal dos trabalhadores das micro e pequenas empresas, segmento que continua sendo porta de entrada de jovens no mercado de trabalho. É o que mostra estudo comparativo do Sebrae sobre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, e a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), entre os anos 2001 e 2008. O estudo foi apresentado pela gerente de Gestão Estratégica do Sebrae, Raissa Rossiter, no seminário que tratou sobre Desenvolvimento e o papel das micro e pequenas empresas , promovido na terça-feira (1º) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Raissa participou do painel que debateu Ocupação, cadeias produtiva...

Pequenas empresas de comércio e serviços crescerão mais nos próximos cinco anos

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O avanço segue tendência de crescimento econômico do país, conforme estudo apresentado a conselheiros do Sistema Sebrae Brasília - Estudo sobre as perspectivas para as micro e pequenas empresas nos próximos cinco anos mostra um cenário de crescimento para o Brasil e para o segmento, principalmente nos setores de comércio e serviços. O estudo, feito pela Tendências Consultoria Integrada, foi apresentado nesta quarta-feira (26), no Encontro Nacional dos Conselheiros do Sistema Sebrae 2010, em Brasília. Entre os objetivos do encontro está a definição de uma agenda de prioridades para as micro e pequenas empresas. O trabalho, apresentado pela consultora Denise Pasqual, estima que nos próximos cinco anos a economia brasileira terá um crescimento médio de 4,5% ao ano, impulsionado principalmente pelo consumo doméstico e pelo investimento. Na área de investimento despontam mineração, siderurgia, petróleo e construção civil, associados a fatores como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de ...

Bancos públicos dominam crédito a pequena empresa

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Fernando Teixeira, do DCI SÃO PAULO - Os bancos públicos continuam sendo os grandes fornecedores de empréstimos para pequenas e médias empresas. Segundo estimativa do Sebrae, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal foram responsáveis por 52% dos empréstimos para este segmento em 2009. Mas este ano, as instituições privadas querem aumentar a competição por este mercado que tem 5,6 milhões de potenciais clientes. O analista de acesso a serviços financeiros do Sebrae, André Dantas, revelou que os bancos privados estão se preparando para atender os pequenos empresários . “O Bradesco tem uma rede de gerentes treinados para atender o segmento. Mesmo caminho tomou o HSBC, que já possuí uma rede de 100 gerentes para empresas com faturamento de até R$ 750 mil por ano. No Santander, já existe uma área exclusiva para faturamento de até R$ 1 milhão.” A previsão de Dantas faz sentido quando se olha às ...

3,6 milhões de empresas optantes pelo Simples Nacional/Supersimples

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Após o fechamento do prazo de adesão ao Simples Nacional temos os seguintes números: - 260.873 pedidos de entrada no sistema (dos quais 33.690 pré-agendamentos), - 167.107 deferimentos (dos quais 24.112 de empresas abertas no momento do pedido de opção) - 2.405 cancelamentos de pedidos de inscrição - 125 mil indeferimentos (a maioria por causa de débitos tributários com a União, estados e municípios). - 3.632.107 empresas optantes

The Small Business Economy

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Relatório norte americano, confeccionado pelo " Small Business Administration " (o Sebrae de lá) todo ano para o Presidente tomar ciência de tudo o que é feito em prol dos pequenos negócios, por várias agências de governo. Documento muito rico para pesquisa. Em inglês. Clique na imagem para fazer o download direto da versão de 2008.

De colchão social a agente econômico - as muitas transformações do empreendedorismo nos pequenos negócios no Brasil

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Emanuel Malta Falcão Caloête e José de Moraes Falcão Nessa primeira década do século XXI, o Brasil mudou muito e, com ele, o empreendedorismo brasileiro, notadamente no segmento dos pequenos negócios. Desde então, as micro e pequenas empresas, a antiga banda frágil da economia, têm demonstrado uma dinâmica econômica autônoma, que, sem qualquer sentimento de ufanismo, está muito distante de ser confundida com o antigo papel de colchão social insculpidos nos antigos modelos econômicos primário-exportador e de substituição das importações. A mudança existe, é real e consistente, embora ainda pouco percebida. O novo perfil de ativo agente econômico, dos empreendedores de microempresas e de empresas de pequeno porte, é resultante das muitas transformações que vêm ocorrendo na economia. Para o economista da Fundação Getúlio Vargas, Marcelo Néri, ao longo da última década houve um efetivo aumento na qualidade e no amadurecimento do empreendedorismo brasileiro. De fato, houve um salto de q...

Aumentam pedidos de marca realizados por microempresas

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Registros tornam-se "parte do dia a dia", avalia Inpi Mariana Iwakura da Folha de Sâo Paulo O número de pedidos de marcas depositados por MEs (microempresas) vem crescendo nos últimos anos, de acordo com o Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).Foram 123.794 pedidos em 2008, 15% a mais do que no ano anterior, quando o número de depósitos foi de 107.575. Na comparação entre 2006 e 2007, o acréscimo foi de 26%. A proporção de microempresas no total dos depositantes tem se mantido constante. Entre os documentos com pagamento confirmado em 2008, 22% eram de MEs. No ano anterior, somaram 21%.Segundo Rita Pinheiro Machado, coordenadora-geral de articulação institucional e difusão regional do Inpi, o aumento no número de marcas depositadas se deve ao fato de o registro da marca fazer mais "parte do dia a dia" do empresário."[O registro] da marca é mais rápido e é para sempre, desde que se renove o pedido", ressalta. Já a patente de uma invenção dura ...